segunda-feira, 25 de novembro de 2013
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Acidente mata dois e deixa um ferido gravemente

Quinta-Feira, 21/11/2013, 07:51:33 - Atualizado em 21/11/2013, 07:51:33
(Foto: Elcimar Neves/Diário do Pará)
Uma estrada estreita e irregular. Muitos buracos e nenhuma sinalização. Cenário da estrada que leva ao balneário de Caraparu, no município de Santa Izabel, Região Metropolitana de Belém. Na tarde de ontem um acidente grave matou dois homens, após a colisão entre um micro-ônibus e um carro particular. Agnaldo da Rocha Veloso, 30 anos, e José Pinheiro da Silva, 43 anos, são as vítimas que ficaram presas às ferragens do veículo.
De acordo com o cabo da Polícia Militar M. Leal, outras quatro pessoas foram encaminhadas ao Hospital Municipal de Santa Izabel. “Haviam três pessoas no carro, dois morreram na hora e o terceiro foi ajudado logo pelos populares e levado para o hospital. Do micro-ônibus outras três pessoas machucadas também foram socorridas pelos moradores daqui. Quando chegamos todos os envolvidos já tinham ido. Alguns comentam que os três que iam no carro estavam alcoolizados”, relata.
Aos poucos os familiares das vítimas apareciam, emocionados com as documentações para facilitar a identificação. Entre os moradores da área o que se ouvia era o quanto a estrada era perigosa e os acidentes recorrentes. O micro-ônibus também estaria lotado e a maioria dos passageiros tiveram ferimentos leves. O estado do carro mostrava o tamanho do impacto. Ninguém opinou sobre um culpado, mas as condições da estrada era apontada como protagonista da cena. “Esse estrada aqui sempre tem acidente, não tem sinalização e os motoristas correm muito aqui. O que a gente tem pedido a Prefeitura é que façam lombadas para evitar esses acidentes. Há uns anos foi uma criança que morreu”, conta Wandione Barbosa, presidente da Comunidade de Vitória do Caraparu.
O Corpo de Bombeiros precisou rebocar o carro pra que os corpos fossem removidos. A Polícia Civil está ouvindo os envolvidos e procurando os não encontrados. “Ainda não podemos atestar se estavam alcoolizados, só o exame vai dizer. Há informações de que os três do carro vinham do trabalho. Sabe-se também que o motorista do micro-ônibus evadiu-se do local, apenas o identificamos pelo prenome Mauro. O terceiro passageiro que vinha no banco do carona do carro saiu em estado grave e foi encaminhado para o Hospital Metropolitano”, conta a investigadora Edna da Delegacia de Santa Izabel.
(Diário do Pará)
Dicas de emprego para esta quinta-feira
Quinta-Feira, 21/11/2013, 08:46:51 - Atualizado em 21/11/2013, 09:15:58

(DOL)
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Cariocas investem em 'cílios' para carros e maridos têm vergonha
Homem diz que tem medo de ser comparado a Félix, de 'Amor à vida'.
Acessório de personalização pode ser comprado na internet.
Mariucha MachadoDo G1 Rio
Moradora do Rio comercializa cílios para os carros na internet. (Foto: Alexandra Venetillo/Arquivo Pessoal)
Quem diria que até os carros poderiam ganhar cílios postiços. O acessório, que é um adesivo colado sobre o farol, é usado por mulheres que dizem querer dar um "up" no visual do veículo e tem sido visto nas ruas do Rio. Perto deles, bolinhas para antenas, placas personalizadas e detalhes em LED no para-choque, mais comuns como itens de personalização, ficam discretos.
A estudante de medicina Stephanie Marie Ferraz Gomes Plácido colocou o adereço no carro para ter um diferencial. “Coloquei os cílios porque achei estiloso. Para alguns era brega, para outros, engraçado, e para mim era estilo”, justifica.
O analista de sistemas Edil Lobato de Melo, morador de Campo Grande, na Zona Oeste, comprou o acessório para o carro da mulher, Roseli Fernandes Monteiro de Barros. “Comprei para colocar no carro dela e por onde ela passa é a sensação. Roubaram o primeiro, quando ela estacionou o carro, aí eu comprei outro", diz ele.
Porém, desde que o veículo adotou a "maquiagem", Melo evita pedí-lo emprestado. "Não posso pegar o carro dela porque o pessoal vai me confundir com o Félix [personagem da novela 'Amor à Vida']. O carro dela é vermelho, ficou bonito, mas meio 'boiola’, para homem não presta”, opina.
Universitária recorreu quis carro 'estiloso' (Foto:Stephanie Marie Gomes Plácido / Arquivo Pessoal)
A projetista de interiores Jessyca Nogueira também desfila pelas ruas do Rio com o carro personalizado. O noivo, que trabalha na área de automóveis, costuma não dirigir o carro para não ser "zoado" pelos amigos.
“Eu achei bonitinho, a minha cara. Chama muita atenção, todo mundo comenta e quer parar para ver", diz Jessyca. "O meu noivo não dirige o meu carro. Quando eu coloquei uma anteninha ele já foi 'zoado'.”
Diversidade de modelos e preços
As motoristas mais ousadas podem escolher entre diversos modelos, que vão desde os simples, os coloridos e até com "delineador". O produto pode ser comprado na internet e os preços variam entre R$ 15 a R$ 40. Em sites estrangeiros, o acessório pode ser adquirido por aproximadamente US$ 1 (R$ 2,27). Os valores não incluem taxas e impostos.
As motoristas mais ousadas podem escolher entre diversos modelos, que vão desde os simples, os coloridos e até com "delineador". O produto pode ser comprado na internet e os preços variam entre R$ 15 a R$ 40. Em sites estrangeiros, o acessório pode ser adquirido por aproximadamente US$ 1 (R$ 2,27). Os valores não incluem taxas e impostos.
A empresária Alexandra Venetillo tem dois canais de vender para os cílios: na internet e em sua loja, na Zona Oeste do Rio. Segundo ela, a atividade é um hobby que ajuda a a garantir uma renda extra no final do mês.
“Os cílios são importados e eu vendo por R$ 29,99. Eles são feitos de um plástico durinho. No auge, já cheguei a vender cem por mês. Eu mesmo não uso, acho que chama muita atenção, os bandidos ficam logo sabendo que é carro de mulher”, avalia.
Motoristas colocam cílios nos carros. (Foto: Mariucha Machado/G1)Remédios para emagrecer são liberados pela Câmara
CCJ aprovou ontem, em caráter conclusivo, proposta que autoriza a volta das anfetaminas; texto ainda vai ao Senado
20/11/2013 - 04:00 - Brasil
Retirados do mercado desde outubro de 2011, os emagrecedores anfetamínicos (anfepramona, femproporex e mazindol) podem voltar às farmácias. A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, dia 19, em caráter conclusivo, proposta que libera a produção e a venda em todo o País, sob prescrição médica, desses inibidores de apetite, chamados de anorexígenos.
Os anfetamínicos foram vetados por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O texto inicial da proposta, Projeto de Lei 2431/11, do deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), pretendia revogar a decisão da agência, ao impedir a Anvisa de vetar a produção e a comercialização dos anfetamínicos. Mas o relator na CCJ, deputado Sergio Zveiter (PSD-RJ), preferiu recomendar a aprovação do texto com as emendas adotadas pela Comissão Seguridade Social e Família - a única a analisar o mérito da matéria.

Como tramita em caráter conclusivo, o texto aprovado pode seguir direto para a análise do Senado. Mas, como houve divergências na CCJ com relação à constitucionalidade do projeto, o presidente do colegiado, deputado Décio Lima (PT-SC), já anunciou que vai sugerir ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, que leve o debate para o plenário.
Lima concorda com a tese defendida por alguns parlamentares de que a melhor maneira de tratar do assunto seria por meio de um projeto de decreto legislativo (PDC). Segundo o presidente da CCJ, a questão principal é saber se a solução aprovada, um projeto de lei, pode cercear a atividade de uma agência reguladora, como é o caso da Anvisa.
Discussão. Durante a discussão da matéria, alguns parlamentares discordaram da proibição determinada pela Anvisa e afirmaram que é preciso manter o acesso a remédios de combate à obesidade. Já outros defenderam o papel da agência de regular o setor e restringir o uso de alguns medicamentos.
Contrário à proibição dos emagrecedores derivados de anfetamina, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) citou como exemplo sua própria experiência de ter usado inibidores de apetite para emagrecer 12 quilos. Segundo o parlamentar, a Anvisa não deve vetar o uso e, sim, regular quando os medicamentos serão aplicados e em quais dosagens.
Já o deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR), que apresentou voto em separado, argumentou que não é necessário nenhum notório conhecimento para entender que a Constituição reserva poderes ao Sistema Único de Saúde (SUS) e, por delegação, à Anvisa para controlar e fiscalizar qualquer tipo de medicamento, entre os quais estão os anorexígenos.
Fonte: Estadão Conteúdo
Google retira foto de satélite com jovem morto

Após imagem ter sido borrada Google Maps tem até oito dias para retirar foto do site (Foto: Reprodução/Internet)
O vice-presidente do Google Maps, Brian McClendon, afirmou que a troca da imagem é um desafio e que poderá demorar até oito dias para ser concretizada.
(DOL)
Pará é o sexto Estado mais violento para negros, diz estudo
O Pará é o sexto Estado mais violento para negros no País. Segundo estudo divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um homem da cor negra no Estado tem sua expectativa reduzida em 4,28 anos ao nascer em razão da violência. A média é quase três vezes superior a expectativa de um homem paraense de outra etnia (1,68). O número também é bem acima da média nacional, que apontou 3,5 anos. No ranking nacional, o Pará só fica atrás das proporções dos Estados de Alagoas (6,21 anos), Espírito Santo (5,18 anos), Bahia (4,37), Paraíba (4,81) e Pernambuco (4,52). Santa Catarina e São Paulo apontaram as menores médias: 2,01 anos e 2,08, respectivamente.
Segundo o estudo, a estimativa leva em conta dois cálculos: "uma função sobrevivência observada nos dados e uma função sobrevivência contrafactual, associada a um cenário em que não houvesse violência. Essas funções sobrevivência indicam a probabilidade de um indivíduo com determinada idade e outras características (cor da pele, gênero e município de residência) viver" até determinada idade.
Quando o levantamento avalia apenas os casos de homicídios, o Pará surge em situação ainda pior, na quarta posição do ranking nacional. Um negro no Estado perde, no geral, 2,67 anos de vida em sua expectativa ao nascer. Entre os homens não negros, essa expectativa cai para 0,88. Não por menos, o Estado também figura entre as quatro maiores taxas de homicídios de negros do País. Segundo o Ipea, 55 homens negros serão assassinados no Pará em cada grupo de 100 mil. No universo dos homens de outra cor, essa taxa é reduzida para 15 a cada 100 mil.
Como comparativo, em todo o País, os homicídios reduzem a vida dos homens negros em 1,73 anos contra 0,81 dos não negros. A taxa de homicídios de negros no Brasil é de 36 para cada 100 mil; para não negros, ela é de 15,2. Ou seja, para cada homicídio de não negro no País, 2,4 negros são assassinados. Novamente Alagoas figura em primeiro lugar nestes rankings. No estado, um homem negro tem sua expectativa reduzida em 4,08 anos ao nascer em razão dos homicídios. Em seguida estão Espírito Santo, com 2,97 anos, e Paraíba, com 2,81 anos a menos. Santa Catarina possui o índice mais baixo (0,71 anos a menos).
As posições são as mesmas na análise das taxas de homicídios de negros: Alagoas, com 80,5 a cada 100 mil; Espírito Santo, com 65; e Paraíba, com 60,5. Na outra ponta, Santa Catarina volta aparecer em primeiro, com 13,4 assassinatos a cada grupo de 100 mil. Mas Piauí, dessa vez, surge em segundo, com média de 14,3 entre mil homens negros. "O negro é duplamente discriminado no Brasil, por sua situação socioeconômica e por sua cor de pele. Tais discriminações combinadas podem explicar a maior prevalência de homicídios de negros vis-à-vis o resto da população", afirma o estudo.
Segundo o Ipea, o levantamento tem como objetivo analisar as mortes violentas e os impactos na expectativa de vida da população, entendendo que, além de características socioeconômicas, a cor da pele aumenta a probabilidade de alguém ser assassinado. Segundo o documento, apenas 6,8% dos negros estão entre os 10% brasileiros mais ricos, enquanto que, dentre a população pobre, os negros prevalecem: representam 55,28% da população entre os 50% mais pobres do País. "Por um lado, a letalidade violenta de negros no Brasil associada à questão socioeconômica, em parte, já decorre da própria ideologia racista. Por outro lado, a perpetuação de estereótipos sobre o papel do negro na sociedade muitas vezes o associa a indivíduos perigosos ou criminosos, o que pode fazer aumentar a probabilidade de vitimização destes indivíduos, além de fazer perpetuar determinados estigmas", afirma a pesquisa.
Apenas dois quesitos analisados pelo Ipea – taxa de suicídio e mortes por acidentes – apresentam indicadores superiores para a população não negra em relação à negra em comparação com o total dos habitantes do país em 2010. Os autores do estudo demonstram preocupação com a descrença da população negra com ajuda policial ao ser vítima de violência. Cerca de 61,8% das vítimas de agressão negras não procuram ajuda policial – contra 38,2% dos não negros. Nos questionários do Ministério da Saúde analisados, 60,3% dos negros apontaram que não vão até a polícia porque “não acreditam” na instituição; outros 60,7% responderam que não queriam intervenção policial no caso por medo ou represália. Quando se avaliam os dados da população não negra, os indicadores caem para 39,7% e 39,3%, respectivamente.
Os dados do Ipea também mostram que a população carcerária do país é majoritariamente negra: são 252.796 mil negros e pardos, ante 169.975 não negros, conforme levantamento do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça. O estudo, intitulado “Vidas Perdidas e Racismo no Brasil”, é divulgado na véspera do Dia da Consciência Negra, celebrado nesta quarta, dia 20 de novembro.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Acidente com van de cantor sertanejo deixa feridos
Um acidente envolvendo a van micro-ônibus do cantor sertanejo paraense Thiago Costa deixou sete pessoas feridas, na tarde deste sábado (16), na rodovia PA-483, a Alça Viária. O motorista do veículo, que ainda não teve o nome divulgado, ficou preso nas ferragens. Ele e outros passageiros foram encaminhados para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua.
Veículo que levava a equipe do cantor paraense Thiago Costa ficou completamente destruído (Foto: J.R. Avelar)
O DOL entrou em contato com Thiago Costa, que não estava na van no momento do acidente. Ele estava na cidade de Castanhal e voltava para Belém quando soube do ocorrido. "A direção quebrou e a van acabou 'entrando' em um caminhão, que estava estacionado no acostamento", disse o cantor, sobre as primeiras informações que recebeu a respeito da colisão envolvendo sua equipe. O acidente não deixou vítimas fatais.
Autor de duplo homicídio é preso no Pará
Acusado de cometer dois homicídios, em 1995, José Carlos Rodrigues da Silva, de 36 anos, foi preso por policiais civis neste sábado (16), em São Félix do Xingu, no sul do Pará.
De acordo com a Polícia Civil (PC), após troca de informações com o delegado Paulo Bertoldo, da PC de Goiás, o delegado Lenildo Mendes cumpriu mandado de prisão contra o acusado, que até o mês passado trabalhava com identidade falsa no nome de Ricardo Rodrigues da Silva, como operador de máquinas, na Prefeitura de São Félix do Xingu.
Durante o interrogatório, José Carlos confessou ter assassinado pai e filho, há 18 anos, na cidade de Redenção, também no sul do Pará. E alegou haver cometido o crime por vingança.
"O preso afirmou que foi até a residência onde ocorreram os crimes, com a intenção de tomar satisfações com a esposa de um homem identificado apenas como Antônio, por causa de uma agressão sofrida por sua irmã. Armado com uma faca, ele atacou o dono da casa e o filho de Antônio, que tentou interferir na briga", afirma a polícia.
Conforme as informações da Polícia Civil de Goiás, José Carlos também é acusado de estelionato, por ter vendido uma casa deixada como herança para o irmão dele, Ronaldo Rodrigues da Silva, na cidade de Goiânia. Segundo o delegado Lenildo, o êxito na prisão do foragido só foi possível devido à integração das polícias do Pará e de Goiás. José Carlos está na carceragem da Delegacia de São Félix do Xingu, à disposição da justiça.
(DOL com informações da Agência Pará)
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